
Fundação e Escolaí
Fundação Otacílio Coser · Gestão de comunicação
O jovem é o centro do impacto, mas não é quem assina o convênio. Uma operação de conteúdo que mostra as juventudes e fala com quem decide por elas.



Como comunicar um programa que acontece dentro da escola pública sem se apresentar como uma organização de educação? A Fundação Otacílio Coser atua pela assistência social e precisa que gestores, secretarias e financiadores entendam isso, sem perder a linguagem que conversa com o jovem.
Quatro públicos, uma peça
Secretarias, educadores, financiadores e jovens têm perguntas diferentes. Cada conteúdo escolhe de forma consciente para quem responde primeiro.
Vocabulário fechado por escrito
Juventudes e não alunos, mundo do trabalho e não mercado. O enquadramento errado ameaça a certificação de assistência social da instituição.
Ética de imagem
Sem estetização da pobreza e sem clichê de sala de aula. Só entra em peça foto de adolescente com autorização de uso confirmada.
Duas marcas, dois sistemas
Azul institucional para a Fundação, roxo e laranja para o Escolaí. Hierarquia de marca explícita em cada arte.
Mostrar as juventudes, falar com quem decide.
O diagnóstico inicial mapeou quatro públicos com necessidades opostas: secretarias de educação, educadores, parceiros e financiadores, e os próprios jovens. A estratégia nasceu de aceitar essa tensão em vez de resolvê-la com um tom médio.
Mostrar as juventudes, falar com quem decide
Gestores falam em permanência, secretarias falam em indicadores, parceiros falam em impacto, e os jovens falam em pertencimento. O conteúdo usa a emoção do jovem como imagem e a dor institucional do adulto como argumento, no mesmo post.

Um vocabulário próprio, com o que evitar por escrito
Apoiamos juventudes que estão em escolas públicas, e não a educação pública. Juventudes, e não alunos. Sem-Sem, e não Nem-Nem. Mundo do trabalho, e não mercado de trabalho. A lista existe porque o enquadramento errado ameaça a certificação de assistência social da instituição.

Ética de imagem com adolescentes
Nada de estetização da pobreza, nada de pose clichê de sala de aula, nada de plano fechado no rosto. E uma regra dura de governança: só entra em peça a foto de adolescente com autorização de uso de imagem confirmada, com o acervo organizado por nível de permissão.

Duas marcas, dois sistemas visuais
A Fundação fala em azul institucional e verde-limão, com respiro e clareza para o público corporativo. O Escolaí usa roxo, magenta, laranja e amarelo, com energia de campanha para conversar com escola e juventude. Cada peça deixa claro quem realiza e quem patrocina.

Rotina mensal de operação e leitura
Planejamento e cronograma criados no mês anterior, aprovações com o cliente, SAC 2.0 com banco de respostas prontas, impulsionamento só depois do período orgânico e relatório mensal de performance apresentado em reunião.
Integrada e rastreável
Google Analytics 4
Rastreamento de eventos
Meta Pixel
Otimização de campanhas
Ficha de doação
Checkout integrado
As artes
Dois sistemas visuais convivendo: o azul institucional da Fundação para o público que financia e aprova, o roxo e o laranja do Escolaí para a escola e a juventude.










Carrossel: Conheça o Programa Escolaí







Carrossel: Oficinas de Comunicação e Mobilização







Carrossel: Mapeamento pelas Juventudes











Carrossel: Time 2026 da Fundação





Carrossel: Conheça quem faz o Escolaí



O projeto entregou à Fundação o que faltava antes do conteúdo: um mapa de públicos, um vocabulário fechado, uma regra de uso de imagem de adolescentes e uma base de leads legível. É essa camada que sustenta a operação mensal das duas marcas ao longo do ciclo de 20 anos do Escolaí.
Ficha técnica
2026- Cliente
- Fundação Otacílio Coser
- Direção geral
- Ana Furtado
- PMO
- Sid Lyra
- Gestão do projeto
- Lucas Ramos
- Analista de marketing
- Amanda Sul
- Design
- Magnun Alves
- Gestão de tráfego
- João Sansoldo
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